Lenda folclórica cangaceiro sem cabeça

Lenda folclorica cangaceiro sem cabeça

Lenda folclórica cangaceiro sem cabeça

Segundo a lenda folclórica do cangaceiro sem cabeça, em Serra Talhada, semiárido nordestino, o cangaceiro Macário da família dos Ferreiras, inimigo do bando de Lampião, certa vez teve sua vida poupada por Antônio Matilde, um dos cangaceiros de Lampião, que para lhe permitir viver, o fez jurar proteger as crianças durante os saques.

Conta a lenda que no início da década de 30 do século XX, Juvêncio Matos, um cangaceiro traidor, ardilosamente leva o tenente Arsênio até o esconderijo de Macário Ferreira na gruta do Jaribe, que na ocasião o degola e queima sua cabeça em uma fogueira, deixando o corpo exposto em cima de uma árvore para os abutres devorarem.

Decadas após, quando o cangaço já havia desaparecido do sertão, muitos avistamentos de um cangaceiro sem cabeça foram relatados na região nordestina. Contam os antigos, que o cangaceiro degolado é avistado a noite no semi-árido nordestino, sempre rodeado por crianças.

Relatos de ex-presidiários narram que em presídios do nordeste, os condenados por crimes contra crianças são atormentados nos seus sonhos a noite pelo cangaceiro degolado, inclusive muitos casos de suicídios dentro de presídios é atribuído a lenda do cangaceiro.

Diversas lendas são contadas nordeste brasileiro relatando casos de cangaceiros degolados, um detalhe em comum sobre elas é que de certa maneira os espíritos sempre retornam para fazer uma certa justiça, se é podemos chamar assim.

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